O turismo em 2026 será marcado por grandes eventos, aumento do custo de mídia e uma disputa acirrada pela atenção do consumidor brasileiro, e também mundial.
Além de mais de 6 feriados prolongados, no segundo semestre também teremos a Copa do Mundo acontecendo na América do Norte e as Eleições no Brasil. Quando somamos esses dois movimentos ao fato de que o ambiente digital está se transformando com a consolidação da busca nas IAs, o cenário se torna ainda mais complexo.
O resultado é um ano em que o consumidor estará mais sensível a risco, segurança e previsibilidade. A tomada de decisão tende a ser mais criteriosa, e a atenção estará mais fragmentada. Ou seja, não estamos diante de um calendário apenas movimentado, mas de um verdadeiro ponto de inflexão estratégico para o setor.
Assim, a pergunta central deixa de ser “haverá demanda?” e passa a ser: quem conseguirá capturá-la com inteligência?
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O turismo em 2026 deve apresentar crescimento, porém com maior volatilidade e redistribuição de fluxos.
A Copa do Mundo tende a impulsionar deslocamentos internacionais e alterar padrões domésticos, gerando picos concentrados de demanda. Já o ambiente político brasileiro pressiona o ecossistema de mídia, elevando custos e aumentando a competição por atenção.
Ao mesmo tempo, o consumidor estará mais criterioso. Segurança, previsibilidade e confiança passam a influenciar decisões de compra com maior intensidade.
Isso significa que haverá demanda, mas ela não será capturada por inércia. Marcas precisarão combinar inteligência de dados, leitura de cenário e posicionamento estratégico.
No turismo em 2026, eficiência não dependerá apenas de orçamento, mas da capacidade de antecipação.
Sim, os grandes eventos irão afetar o marketing no turismo em 2026 ao combinar mudança no comportamento de viagem com inflação de mídia.
A Copa do Mundo reorganiza fluxos e concentra deslocamentos em períodos específicos. Isso pode alterar sazonalidades tradicionais e gerar distorções temporárias na ocupação de destinos.
Paralelamente, as eleições impactam diretamente o custo da comunicação no Brasil. O uso de publicidade digital nas campanhas cresce a cada ciclo. Segundo a FGV Comunicação Rio, o impulsionamento pago representava cerca de 2,6% dos gastos em 2018, passou para 3,5% em 2020 e chegou a aproximadamente 6% em 2022.
Além disso, levantamento da Nexus Pesquisa, divulgado pelo Poder360, apontou que apenas no primeiro turno de 2024 foram gastos cerca de R$ 170 milhões em impulsionamento nas redes sociais, um aumento de 57% em relação a 2020.
Esse avanço pressiona o inventário digital, eleva a competição nos leilões de mídia e tende a aumentar CPM e CAC para anunciantes comerciais. Ao mesmo tempo, o ruído informacional reduz a retenção e eficiência das campanhas.
A tendência é de crescimento, porém com maior volatilidade. Afinal, eventos globais estimulam deslocamentos, mas o ambiente econômico pode tornar decisões mais cautelosas.
O desejo de viajar continua alto, o que muda é o critério de escolha. Por isso, segurança, flexibilidade e previsibilidade passam a pesar mais na decisão. A demanda existirá. A diferença estará na capacidade das marcas de responder ao novo perfil de consumidor.
A transformação causada pela inteligência artificial (IA) na forma como as pessoas buscam e consomem informação está alterando profundamente a dinâmica do tráfego digital, e isso terá efeitos diretos no turismo em 2026.
Um aspecto crítico dessa mudança é o crescimento dos chamados “zero-click searches” (pesquisas que não resultam em clique para um site). Dados recentes mostram que aproximadamente 60% das pesquisas online agora terminam sem que o usuário visite um link tradicional, porque respostas diretas são apresentadas na própria interface de busca por IA.
Essa realidade muda o papel tanto do SEO tradicional quanto da mídia paga. No turismo em 2026, depender apenas de posicionamento orgânico em mecanismos de busca ou de campanhas pagas em canais amplos será menos eficaz, porque as pessoas muitas vezes obterão a resposta sem sequer visitar o site do anunciante.
Por isso, cresce a importância da presença contextual, isto é, aparecer em ambientes onde o consumidor está fisicamente mais próximo da decisão de viagem (como em e-commerces, aeroportos, hotéis e outros pontos de deslocamento), em vez de depender exclusivamente do tráfego digital padrão.
Empresas que diversificarem seus pontos de contato, combinando autoridade digital com estratégia, terão maior resiliência estratégica e melhor desempenho em um cenário onde o papel da IA redefine como a atenção é capturada e monetizada.
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O turismo em 2026 será lembrado como o ano em que a atenção se tornou um recurso ainda mais escasso e disputado, elevando o valor real de públicos altamente qualificados. Isso acontece por duas razões principais.
Primeiro, o ambiente de mídia está crescendo e, com isso, a concorrência por atenção aumenta. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu cerca de R$ 37,9 bilhões em 2024, representando um crescimento de 8% em relação ao ano anterior e um avanço acumulado de 60% desde 2020, segundo o estudo Digital AdSpend da IAB Brasil e da Kantar IBOPE Media.
Esse movimento mostra que marcas estão transferindo verbas para canais digitais e, ao mesmo tempo, competindo intensamente pelo mesmo inventário de mídia.
Ao mesmo tempo, plataformas e algoritmos estão orientados a maximizar receita por atenção, o que significa que os custos de mídia tendem a subir continuamente, especialmente em ambientes altamente competitivos como eleições e grandes eventos. Isto transforma “atenção” em um recurso caro e finito, no qual a simples ampliação de alcance nem sempre resulta em resultados proporcionais.
Além disso, estudos sobre a economia da atenção mostram que a capacidade humana de processar estímulos é limitada, enquanto o volume de mensagens aumenta exponencialmente, reforçando a ideia de que qualidade de impacto e foco em públicos relevantes geram melhor eficiência de comunicação do que busca superficial por alcance.
Dado esse contexto, gerar volume sem qualificação pode comprometer o retorno sobre investimento. Consumidores estão mais seletivos e mais expostos a mensagens do que nunca, o que dilui o impacto de campanhas genéricas e incentiva a busca por experiências mais relevantes e confiáveis.
Este ano a decisão sobre onde anunciar será determinante para manter eficiência em um cenário de mídia inflacionada. Canais digitais abertos, como Meta e Google Ads, tendem a operar sob alta saturação, especialmente em um ano com grandes eventos. E mais anunciantes disputando o mesmo inventário significa maior pressão sobre CPM, CPC e CAC.
Estudos da Nielsen indicam que campanhas em ambientes físicos de deslocamento (como aeroportos e hubs de transporte) podem gerar até 46% mais reconhecimento de marca do que mídia digital isolada, justamente por oferecerem maior tempo de atenção e menor dispersão. Já a Out of Home Advertising Association of America (OAAA) aponta que consumidores impactados por mídia em deslocamento apresentam 21% mais probabilidade de realizar uma ação de compra posteriormente.
Isso revela um ponto central: o contexto importa. Aeroportos, locais de deslocamento e e-commerces integrados à jornada de viagem concentram audiência qualificada e intenção real de consumo. Nesses ambientes, a mensagem encontra menos distrações e maior conexão com o momento vivido pelo viajante.
Em um ano como o turismo em 2026, anunciar no ambiente certo deixa de ser escolha operacional e passa a ser decisão estratégica. É exatamente nessa lógica que soluções como a Travel Media se tornam diferencial competitivo real.
Enquanto algumas marcas continuarão disputando espaço em ambientes digitais saturados e cada vez mais inflacionados, outras optarão por posicionamento estratégico e audiência qualificada. É nessa diferença de abordagem que surgem as vantagens reais.
A Travel Media atua dentro da jornada real do viajante. Em vez de competir exclusivamente em plataformas como Meta Ads e Google Ads, conectamos marcas a consumidores em momentos de alta receptividade, durante o planejamento, a compra, o embarque e a experiência da viagem.
Nossa atuação acontece por meio de parcerias estratégicas com players relevantes do ecossistema de turismo, como Climatempo, Decolar, ViajaNet, Melhores Destinos e Passagens Imperdíveis, além de presença em ambientes físicos premium como o GRU Airport. Também operamos em soluções de mídia através de Wi-FI de grandes aeroportos e eventos por meio de parceiros como ArchMidia e Sympla.
Essa combinação permite presença integrada ao longo de toda a jornada: da inspiração à reserva, do planejamento ao embarque.
Ao operar nesses canais premium e contextuais, entregamos audiência qualificada, maior tempo de atenção e associação positiva com o momento da viagem. O ruído é menor e a intenção é maior. A eficiência tende a ser superior.
No turismo em 2026, vencerá quem estiver no momento certo, diante da audiência certa, no ambiente certo. Mais do que ampliar alcance, trata-se de investir com inteligência e escolher canais que realmente influenciam o comportamento.
Se sua marca quer se preparar para o turismo em 2026 com vantagem competitiva real, este é o momento de agir. Fale com a Travel Media e posicione sua empresa no centro da jornada do viajante.
Em 2022, a Travel Media passou por um planejamento estratégico e o planejamento financeiro para os próximos 3 anos foi feito.
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